maio 13, 2003

Patriotismos Estava a verificar alguns

Patriotismos

Estava a verificar alguns textos que tenho visto por sites portugueses, onde cibernautas expôem as suas opiniões. Sites generalistas e não só.
Reparei neste conteúdo, que muitos são aqueles que auferem um profundo sentimento de receio... Não, errado. Não quero dizer receio. É mais um sentimento de patriotismo exarcebado.

Eu sempre fui adepto do gosto pelo que é nacional. Sempre que vejo um produto português gosto de aprecia-lo e ver como ele é e pode ser divulgado.
Muitas vezes faço mesmo por o divulgar por uma lista de amigos que sei que pode vir a precisa-lo.

O que eu quero dizer com toda esta história é que o gosto pelo que é português, espanhol, francês ou inglês conforme os casos não pode ser motivo de ignorância e de obstracionismo.

Quando existem melhores produtos em outra parte do mundo, devem ser estes a ser os escolhidos. Especialmente num meio como é o online que é por si só um Mundo próprio e sem fronteiras.
Se queremos que os produtos do nosso país sejam os eleitos numa escolha coerente, temos que lhes dar armas para enfrentarem o mercado mundial. Só assim lhes estamos a dar forças e motivos para triunfar. Caso contrário não os estamos a ajudar, mas sim a condenar a um medianismo condenado ao fracasso.

Aproveitamento Patronal

Estes chavões que utilizo como títulos, até a mim me surgem aborrecidos e maçadores. Mas não encontro à partida melhores títulos para fazer um resumo destes conteúdos que quero expor.

Neste tempo de crise mundial, mas especialmente a que vivo todos os dias aqui em Portugal, é motivo para as mais variadas aldrabices e falcatruas a favor do patronato.
Não vou estar aqui com reinvidicações dado que não é disso que se trata. O que quero isso sim é tornar visíveis manobras, por vezes escandalosas, de grupos económicos que tentam usar e abusar dos direitos dos trabalhadores para os explorar e assim obter mais lucro.

Os trabalhadores também não estão isentos de culpas. Afinal, eles não gostam de mudanças que os firam no que concebem como seus direitos. Assim não tornam as empresas competitivas face às constantes mudanças dos sectores mundiais.
Estão a colocar eles próprios os seus empregos em perigo.

Compreendo as duas facções, mas os empresários que se aproveitam desta situação para despedirem pessoas com famílias, lares e dívidas apenas para obter um lucro fácil e sem pudores, merecem-me o mais profundo desprezo de rancor.

Não há compaixão. Há sim ambição desmedida e falta de escrúpulos. São tão criminosos como os mais baixos ladrões.

Bebé

Hoje sou bebé, porque faço aninhos. É verdade! Sou um gajo que chegou aos seus 27 anos de idade.
Dá para fazer uma retrospectiva e ver como tem sido a minha vida.

Para já eu nunca poderia imaginar que eu estaria onde estou hoje e a desempenhar as funções que ocupo. Sempre fui muito mais modesto e sem ilusões. Mas a vida é muito mais vibrante e cheia de significado que os nossos mais loucos sonhos.
A minha vida é hoje em dia muito agradável, seja ela pessoal ou profissional, mas não me fico por aqui. Quero ver onde posso chegar e o que a vida me tem reservado na próxima esquina.
Enfrento o bom, como enfrento o mal. Mas acima de tudo gosto de ser igual a mim próprio. Ser fiel a mim mesmo. Por isso estou feliz. Por ter singrado por uma vida madrasta mas que tem tudo para ser de sonho.

Publicado por sadangel em maio 13, 2003 04:18 PM
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