
Bom, eu estava ler a minha imprensa diária quando reparo numa crónica sobre a Candance Bushnell. Para quem não sabe, Candance foi a autora das crónicas e posteriormente da série "O Sexo e a Cidade" que tantas fans neofeministas tem grangeado por esse mundo fora.
Não venho criticar a sua forma de estar e o seu trabalho. É extremamente válido e concordo que muitas afirmações e ideias defendidas pela série tem o seu "Q" de verdade. Mas também não gostei de ver tudo envolto numa teia de estereotipo. Por isso, decidi expandir algumas ideias retiradas da publicação:
Primeiro que tudo, há uma afirmação dela que me deixou deliciado. "...qualquer homem minimamente atraente ou que tenha uma conta bancária razoável, de 18 ou 70 anos, só fica solteiro se quiser."
Ora, isso deixa-me muito mais descansado. Se estou solteiro é porque quero. Até aí eu já sabia, mas isso quer dizer que aqueles que forem feiotes e que não tenham muito dinheiro estão condenados a ficarem sem par para o resto da vida? Arrghhh... estou lixado.
Agora ela deixou descair um segredo sobre como as mulheres nos caçam. ".. a mulher mais irresistível é a que consegue transmitir uma impressão de que não precisa de um homem para se afirmar. A autoconfiança deixa os homens malucos."
Não discuto essa ideia, mas quando vejo que mais adiante ela define que os homens ..."preferem miudas estupidas porque não suportariam competir com uma mulher altiva e emancipada.", fico com a nítida sensação que ela vende é muito bem as suas ideias.
Culmina com um ideal delirante. "...um homem solteiro com mais de 45 anos é um tipo a evitar. Algo está certamente errado com a sua forma de pensar." É isso mesmo. Fujam dos quarentões como o diabo da cruz. Eles até podem querer casar consigo. Ui, que coisa horrível.
Bom... não me vou alongar muito mais e prefiro fazer aqui um resumo das minhas ideias quanto ao que li.
Está certo que muitos homens correspondem a estereotipos muito mais lineares que as mulheres. Elas ainda conseguem se subdividir em mais categorias devido à sua extrema complexidade. Mas se há coisa que não posso concordar é com regras impostas e que muitas pessoas seguem com receio de serem magoadas em caso contrário. Eu sempre optei pelo risco. Não estilo kamikaze, pois tenho algum discernimento e senso comum. Mas não avalio as pessoas apenas pela sua aparência ou porque correspondem a uma certa faixa "regrada" imposta por algum guru dos relacionamentos.
Sei que se o fizesse perderia a maior parte das experiências interessantes. Para que nadar se não se querem molhar?
Publicado por sadangel em dezembro 4, 2003 12:56 PMEu curto essa série e fiquei curiosa quanto ao livro.
Ei, me diz, que cidades que moras? Penso em me mandar pra Portugal em 2004. Planos, e mais planos.
Beijo,
Afixado por: iNikki! em dezembro 7, 2003 06:03 PMFiquei curiosa pq eu não conheço a série, só ouvi falar. Mas concordo que autoconfiança deixa os homens assustados!
Beijo!
Afixado por: Lela Chisholm em dezembro 7, 2003 01:11 AMPuxa Puxa.. vc estudou mesmo a Candence hein? heheeh eu gosto da serie de TV, mas quando peguei Quatro Loiras pra ler me deu vontade de vomitar de tao ruim q era!
Ando com saudades de ti.. por onde estavas?
Bejos
Eu adorava ver essa série...Beijos.
Afixado por: Vampirella em dezembro 5, 2003 11:32 AMNunca quis ver a série, exatamente por trabalharem com personagens caricatos. Mas sua análise me deixou inculcado. Abraços
P.S. Deixei comentários lá embaixo.
Afixado por: Marcinho em dezembro 5, 2003 11:08 AMbooo!
será q o titulo "re-METE" a algo? rs
mas Rui, este livro vende em algum site? gostaria de ler alguma resenha :)
[]s
luz e força, amigo
ah! como está o tempo ai em Portugal? os incendios cessaram?e stao todos bem? espero que sim! paz para todos :)
Afixado por: JLTorres em dezembro 4, 2003 10:07 PMSe não arriscarmos nunca experimentaremos o sabor da descoberta, e isso não é nada agradável, pelo menos para mim.E também acho que estereótipos não estão com nada. São julgamentos, e estes eu os tenho procurado evitar cada vez mais. Como diz naquela música, "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é".
E estás certo em não ir atrás desses conceitos pré-estabelecidos. Beijos